segunda-feira, 2 de março de 2015

      Sejam bem vindos amantes da arte, este ano de 2015, recomeçamos nossos estudos em uma nova proposta, uma proposta de aprofundamento de nossos objetivos e refinamento de nossas técnicas. Seguindo um roteiro de muitos estudos e leituras, para que possamos sempre estar dispostos a aprender com o gigantesco universo nas artes cênicas. Neste próximo sábado dia 07/03/2015, reiniciamos nossos ensaios em novo espaço, no Auditório do Colégio Estadual Agostinho Pereira. às 14:00 h, sejam bem vindos artistas do Gayatri, e muita merda para essa nova etapa de nossas carreiras.


Todos os direitos são reservado a Leandro Matzenbacher Dourado, diretor do Grupo Gayatri, sendo proibido a divulgação de material, sem autorização

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O Sequestro da Barbie estréia dia 29/10/2014.



Leandro Matzenbacher Dourado é escritor e diretor da comédia teatral O Velório da Barbie, que esteve em cartaz nos últimos quatro anos. Em reposta a algumas das mais frequentes perguntas, fala no Blog sobre suas expectativas acerca da continuação da peça, a qual em novo formato aposta em diferentes segmentos para se fazer comédia. Por isso o Blog pergunta:

Blog: No teatro diferente do cinema não há muito a tradição de se fazer uma continuação, o que o fez apostar nessa proposta?

Leandro: Durante quatro anos a peça O Velório da Barbie conquistou sucesso de público e fez ao longo de 10 cidades visitadas no Sudoeste do Paraná muitos fãs, acredito que apostar numa estrutura que já estava em andamento e oferecer novidades seria uma boa estratégia de se continuar a disseminar a arte do Teatro. Outro fator foi que nos dois primeiros anos a peça não teve alterações no texto e nas piadas, mas devido ao grande número de pessoas que assistia a peça mais de 3 ou 4 vezes, achei por bem ir alterando e atualizando algumas partes, foi quando percebi que a ideia ainda era muito boa, então pensei, por que não dar uma continuação?

Blog: Você mistura na primeira peça, muitas linguagens, no começo ela tinha uma rotina que mediava uma parte histórica que contextualizava ao público um pouco da trajetória da Barbie como ícone de beleza, e esta fazia um forte contraste com a personagem de uma Drag Queen, sem contar é claro o mundo da moda que privilegiava junto ao espetáculo um desfile de moda, e agora como fica a nova versão?

Leandro: A primeira versão precisava ser informativa, e hospedar um desfile de moda no espetáculo foi uma boa estratégia na época para unir universos aparentemente diferentes, como o teatro e a moda, mas não podemos esquecer que o foco ficava nas personagens que vivem numa pensão e que por motivos muito pessoais pensavam não serem mais capazes de voltar a infância que tiveram em comum, por se declararem publicamente adoradoras da Barbie elas escondiam isso uma da outra. A questão é que na primeira versão, o conflito da peça se passa justamente no que posso chamar de rito de passagem da vida infantil para a vida adulta, a qual conservou certos gostos que não foram apagados com a dimensão cultural das personagens, motivo este, que as faz diferentes no cotidiano, mas muito parecidas no que se refere ao desejo de viver uma vida imaginária no mundo da Barbie.

Blog: A primeira peça tinha uma linguagem que alterava piadas muito picantes e segundo alguns comentadores um forte apelo visual a sensualidade das atrizes, sem contar a personagem Drag Queen que era um verdadeiro escândalo para os moralistas de plantão, comente isso;

Leandro: Já passei do tempo de me importar com certas críticas a respeito da maneira como configuro minha linguagem no palco, acho que isso muitas vezes é proveniente de pessoas que pagam o ingresso, assistem a peça, povoam seu imaginário e principalmente dão muitas risadas do que é feito e dito, mas no fim saem do teatro e gostam de fazer de conta que estão escandalizados porque no fundo, as pessoas têm dificuldade de aceitar que isso tudo pode estar num palco e provocar tantas sensações simultâneas. O que muitos chamam de apelativo, para mim é na verdade uma maneira de mostrar à sociedade, como nossa moralidade é capaz de sangrar e cheirar mal quando não somos devidamente preparados para suportar no mundo em que vivemos, isso nos faz de imediato, atacar aquilo que é mais evidente para que se possa proteger nossas misérias interiores.

Blog: Se na primeira versão O Velório da Barbie apostou na união entre as linguagens do teatro e da moda, o que podemos esperar com relação a sua continuação, O Sequestro da Barbie?

Leandro: Quando há dois anos escrevi a continuação, eu já tinha uma rica experiência do público que nos assistia, isso fez com que antes de anunciar que haveria uma segunda peça com o tema da Barbie, eu alterasse o final original, colocando um segundo final, no qual Barbie terminava sendo sequestrada. E deu certo, pois os fãs começaram a alimentar seu imaginário sobre o que poderia ter acontecido com Barbie. Quando anunciei que teríamos uma segunda versão, as pessoas já se identificariam com o nome, o que também resolve muitos problemas, uma vez que quem vai ver agora, são aquelas pessoas que já viram a primeira peça, e trazem essa informação, sem impedir aos que não viram que gostem do que vão assistir, pois no fundo é uma outra peça. Quanto a nova proposta, escolhi o mundo dos videogames e das histórias em quadrinhos, sem esquecer é claro de personagens clássicos e novos da literatura e dos filmes que são satirizados e parafraseados na peça.

Blog: Com tantos personagens já existentes em outros segmentos das artes visuais, você não teme que as pessoas possam confundir seu espetáculo como uma cópia?

Leandro: Não. Primeiro, porque não há cópia em o Sequestro da Barbie, há sim inovações, copiar para mim é você pegar trechos de outras peças ou de filmes e usa-los como parte de sua obra, ou ainda fazer saladas de conceitos provenientes de outras obras para bancar o inteligentinho perante o público e a crítica. Segundo, porque minha obra é diferente neste quesito, pois apesar de usar de personagens que já existem, bem como de cenas conhecidas, o que eu faço ali é uma desmanche de ideias e uma sobreposição de reflexões, há neles um conflito diferente, vejo isso muito mais como uma desconstrução da narrativa cênica, do que um mero plágio como tenho visto em outras obras por aí. Sem contar que a ideia é justamente apresentar por meio de personagens muito conhecidos, algo que as pessoas jamais esperam que eles façam, acho que isso é inovar, já que atende também a uma certa carência que existe no público em geral, em ter essa oportunidade de viver novas experiências teatrais por meio de ícones consagrados que demandam de conflitos contemporâneos.

Blog: Fale um pouco mais sobre como irá juntar tantas linguagens diferentes e construir uma unidade:

Leandro: Acho que unidade existe apenas no que se refere ao elenco e a maneira como eles têm se disposto muito profissionais a expor seus papeis, já com relação a mistura de linguagens e personagens, acredito que por ser uma comédia, não tenha a necessidade de se esperar esse tipo de unidade, uma vez que a comédia nos permite fazer transições muito bruscas de elementos cênicos. Me preocupo apenas em manter certa lógica no que se refere ao modo como os personagens interagem em cena uns com os outros, como no teatro a questão de efeitos especiais, por exemplo, é muito diferente do cinema, o que vale é a ideia. Quando o personagem do jogo Mortal Kombat, Sub-Zero congela seus inimigos no jogo e no cinema, há uma forte necessidade de se passar essa imagem de maneira mais realista possível, mas no teatro isso não é necessário, inclusive isso pode ser resolvido de modo criativo, pois na mente das pessoas já existe esse conceito que é inerente ao personagem, eu apenas otimizo isso em cena e resolvo de forma divertida. O divertido aqui é para mim uma categoria do ridículo que se bem encenada convence sem questionar.

Blog: Então quer dizer que se um diretor souber usar esse ridículo ao seu favor isso pode se tornar algo positivo no fim?

Leandro: Sim, totalmente. Existe o bom e o mal ridículo, o mal é aquele que é desempenhado pelo ator, seja ele profissional ou amador, de modo que no fundo o expectador acabe ficando com aquela sensação de que o que está ali, é uma coisa muito falsa sendo levada a sério a ponto de querer ser aceita como verdadeira. Isso é ruim e só piora o trabalho de um artista, podendo condena-lo a jamais ser capaz de descobrir a diferença entre o certo e o errado. Já o bom ridículo, é aquele que faz um trabalho honesto, quer dizer, ele deixa com que o público perceba que isso não é real e nem perfeito, mas nem por isso ele o faz tentando ser verdadeiro ou engraçado, ele simplesmente o é. Para isso tenho a felicidade de ter bons atores e atrizes que interpretam as coisas sem que elas existam efetivamente, mesmo que isso pareça ser um jargão cênico, acho ainda, que muitos deles são capazes de interpretar suas próprias interpretações, o que no fundo é positivo na comédia contemporânea, e ao meu ver é um grau acima do que se chama de improvisação.

Blog: Isso quer dizer que sua equipe não improvisa? Você é contra esse método?


Leandro: Sou a favor da verdade em cena, seja ela qual for, gosto muito da frase: Fora do texto não tem salvação. Mas isso não significa que em alguns momentos os artistas não acabem improvisando, metendo cacos como dizemos no teatro, apenas não concordo que uma peça tenha que ser apenas isso, acho isso um desrespeito com o público, porque quando no ator que improvisa esgota a falácia, isso sempre acaba levando-o a um tipo muito pernicioso de comédia, que é a que usa as pessoas da plateia para fazer gracinha só para fazer o ator sair por cima. Acho que essa interação tem limites, embora seja uma tendência hoje, não sou muito adepto dessa prática porque vejo que isso traz danos irreversíveis ao crescimento de um artista de teatro, por isso não incentivo muito isso nos novos, apenas penso que só podemos mentir bem sobre um fato, se estivemos presentes nele, mesmo que a mentira seja então, uma espécie de omissão, só não concordo em mentir sobre o que não conheço, isso deixa as coisas pouco reais em cena e acaba delimitando o trabalho de um ator convertendo-o a um mero repetidor de modinhas. No entanto, sou a favor da interação entre ator e platéia, isso é parte da personalidade das pessoas hoje, por isso se bem feito não há porque não fazer.









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quarta-feira, 15 de outubro de 2014


Após 4 anos de sucesso de O Velório da Barbie, dia 29/10/2014 Estréia no Teatro SESI pelo circuíto regional, a mais nova comédia do Gayatri Produções Artísticas, O Sequestro da Barbie. Enquanto que na primeira versão das aventuras cômicas de Barbie o segmento explorado foi o mundo da moda com desfiles em pleno espetáculo, desta vez a proposta se liga aos jogos de Videogame, e o mundo dos cosplay. Com muitas risadas garantidas, esse promete ser mais uma história que tem tudo para repetir o sucesso de seu antecessor. Com texto e direção de Leandro Matzenbacher Dourado, O Sequestro da Barbie estreia este mês com muitas novidades e promete agradar os fãs de jogos virtuais, nerds e amantes da comédia em geral. Não percam.
















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terça-feira, 22 de julho de 2014





















Gayatri em dose dupla, agosto é mais um mês de pura emoção e muito movimento para a Companhia, neste dia 1/08 estaremos na cidade de Francisco Beltrão com O Velório da Barbie, e de malas prontas retornamos para Pato Branco no Teatro SESI já no dia 13/08,  para mais uma apresentação da peça O IV Mandamento. Cultura não falta.


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sexta-feira, 13 de junho de 2014

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Para agradar Gregos e Troianos!

A matéria do Blog hoje irá apresentar um recorte das peças teatrais de autoria de Leandro Matzenbacher Dourado, dramaturgo e Diretor do Grupo Teatral Gayatri, que nos conta um pouco sobre cada espetáculo e o histórico de sucesso de cada peça. Desde 2006 quando surgiu a Companhia, Leandro tem inovado na linguagem teatral, onde escreve textos que atendem o grande público em geral, bem como, tem estabelecido uma feliz parceria entre a linguagem contemporânea do teatro em textos mais reflexivos, nos quais gosta de expor seu caráter filosófico nas montagens teatrais, fugindo do convencional.
No ano de 2006 Leandro escreve a peça Os Caçadores da Lenda Perdida. Uma comédia juvenil informativa, que faz uma releitura das histórias indígenas do Estado do Paraná que estreou na cidade de Medianeira. Neste espetáculo que é também um musical no formato teatro de rua, são contadas de forma muito bem humorada, as desventuras de Tarobá para salvar sua amada Naipí, do malvado Deus-Serpente. A trajetória de fuga de Tarobá em sua canoa junto de Naipí, formam uma dinâmica de acontecimentos que deram origem as curvas do Rio Iguaçu findando nas famosas quedas, que hoje são consideradas maravilhas da natureza. Há também outras histórias que remetem as tribos mágicas que controlavam o fogo o qual segundo a lenda, ao cair do bico da Gralha Branca, incendiou os territórios que hoje correspondem aos campos de Palmas e Guarapuava. Dentre as lendas, Leandro destaca a que deu origem ao Pinheiro, árvore símbolo do Estado do Paraná, a qual no passado indígena, foi protagonizada por um índio guerreiro, Curiaçu que teve seu corpo todo perfurado por flechas inimigas. O local onde o índio caiu, deu origem a majestosa árvore, consagrando assim mais uma das belas lendas que compõem a mitologia indígena de nosso Estado.
No ano de 2008 foi a vez de estrear na cidade Laranjeiras PR, a peça Memórias do Oriente. A peça surgiu de um laboratório teatral onde Leandro pôs a prova o talento do elenco, sugerindo que todos deveriam interpretar loucos. O resultado foi tão satisfatório que logo recebeu uma versão que foi além das expectativas, tanto do elenco como do próprio autor. Leandro não teve medo de ousar, colocando num mesmo roteiro os elementos aparentemente tão diversos como: Artes circenses, mitologia chinesa e japonesa, como a eterna luta lendária entre o Tigre e o Dragão, de quebra a ousadia percorreu os cômodos da literatura paranaense quando as falas dos loucos habitaram os Hai-Kai de Paulo Leminski, poeta de grande renome no cenário nacional. Para fechar a trama, Leandro elaborou um conflito existencial bastante denso quando optou pela psicanálise lacaniana para rechear o texto com metáforas vindas diretamente do inconsciente. Resultado? Um perfeito misto de conflitos que ocorrem na mente dos personagens, repleto de batalhas de vida e morte que são protagonizadas por artistas que tiveram que estudar a fundo as artes marciais. O espetáculo surpreende o público que durante 2 horas e 30 minutos, mergulha nos devaneios da personagem Ying, a qual se vê em profundo questionamento, quando colocada à prova em sessões de psicanálise com uma Doutora misteriosa que vive no Hospício do Oriente. A peça pretende oferecer um mergulho que lembra mais a sensação de um sonho lúcido, no qual cada personagem se confunde com suas memórias e suas experiências num local indescritível no espaço e no tempo de uma mente perturbada. Recentemente a peça foi apresentada na Colégio Estadual La Salle na cidade de Pato Branco, onde repentinamente os alunos participavam de mais uma noite comum de aula. Os alunos foram surpreendidos por um elenco de loucos que iniciaram a peça ali mesmo na sala de aula, o que aos poucos, intencionalmente foi levando os expectadores ao salão nobre do local, onde a peça seguiu até seu desfecho. Memórias do Oriente é uma das peças de trabalho da companhia que mais tempo está em palco. Sempre mudando e se adaptando ao público vigente, a peça já percorreu um longo caminho, prova de que os esforços da Direção e do bravo elenco estão em constante mudança e crescimento.    
Em 2010 Leandro estreou a comédia de maior sucesso de sua carreira nos palcos. O Velório da Barbie. O texto que imprime sátira a tudo que é mercadológico e brinca com os padrões estéticos da pós-modernidade é um convite para muitas gargalhadas. O espetáculo teve cuidados especiais que vão desde os figurinos muito bem elaborados e confeccionados pelo estilista Jorge Jeferson, que traz antes da peça um desfile de moda em pleno palco. A peça diz Leandro, é uma quebra de vários paradigmas estéticos que sofrem uma reviravolta quando o cenário da moda perde seu maior ícone da beleza. A morte da Barbie é um símbolo de que a sociedade recebe hoje a notícia de que seus padrões foram alterados sem uma licença esperada. O espetáculo tem seu núcleo cômico fixado na rotina de três garotas que moram numa pensão. Cada uma a sua maneira, tenta esconder das amigas seus gostos pela moda, e sua visível influência estética que foi desde a infância alimentada pelos ideais de perfeição pregados pela marca da beleza imposta pela emblemática figura da Barbie. Recentemente Leandro sofreu críticas infundadas sobre os que julgaram de apelativa a linguagem do espetáculo, o que para ele é mais um sintoma de muitas pessoas que sejam elas, parte do público em geral, sejam pessoas que fazem parte da concorrência que demonstram visivelmente a sua insatisfação acerca do que não foram capazes de entender ao pé da ironia textual presente na peça. Reforça Leandro que respeita as críticas, mas que contra os números do sucesso pouco se pode fazer, o que o levou a pensar que assim como seu texto, os recalques sociais se manifestam numa ordem proporcional a ordem da vontade de se estar no lugar de quem conquistou seu espaço no mundo das artes. O vigente sucesso da peça ganhou ainda em 2012 a sua segunda versão, a qual Leandro intitulou: O Sequestro da Barbie. Muito mais do que uma sequência que tem como objetivo pegar carona na maré de sucesso da primeira versão, Leandro afirma que embora tenha mantido os personagens principais da versão anterior, o produto final é um novo e divertido espetáculo. Uma vez que a sequência ataca outro nicho de mercado conceitual, que é a esfera dos games eletrônicos de dos HQs. Em O Sequestro da Barbie o público terá oportunidade de rir das peripécias da arqui-inimiga da Barbie, que na trama é a boneca Polly, quem inveja seu sucesso e beleza. A brincadeira articula de início a trama conceitual de Branca de neve onde esta, é invejada por sua madrasta por conta de sua beleza. Mas a brincadeira deixa muito longe o aparente clichê, quando mistura em seu contexto, alucinantes batalhas entre personagens conhecidos pelos aficionados em jogos de luta como Mortal Kombat e leitores de histórias em quadrinhos como X-Man. Com previsão de estreia para outubro de 2014 no Teatro SESI em Pato Branco, O Sequestro da Barbie promete mais um grande sucesso de bilheteria e público, que ansiosamente aguarda essa nova versão. Com humor de primeira qualidade e elenco especializado em fazer brotar muitas gargalhadas a nova peça promete mais do que sua antecessora.
Finalmente para Setembro de 2014, Leandro anuncia a estreia de Ctônio, peça de gênero dramático que articula épicos da literatura com um mergulho profundo na mitologia grega aos moldes da filosofia de Nietzsche, misturados aos dissonantes discursos do pai da psicanálise Sigmund Freud. A peça é um grande desafio ao lançar nos palcos do sudoeste, charadas para a linguagem contemporânea do teatro, ao mesmo tempo que estabelece uma profunda relação com nossos medos e desejos mais profundos. O elenco de Ctônio tem trabalhado com muito profissionalismo e dedicação para apresentar em palco, um conjunto de sentimentos e emoções que transitam o imaginário literário que está sintetizado no texto previsto para 2 horas de duração.
A equipe hoje conta com novos integrantes que recentemente passaram por um teste de fogo numa banca avaliadora que tinha o Diretor Leandro, e a ilustre presença do escritor coreano Nick Farewal, hoje residente do Brasil e autor de obras muito conhecidas como GO. Nick que atendendo a convite de Leandro, aceitou participar da avaliação dos novos candidatos veio a somar importantes decisões. No momento o livro escolhido pelo Diretor Leandro, foi a obra de Nick Farewall, Reversíveis, a qual serviu de texto base para leitura branca dos candidatos. Hoje o Grupo Gayatri encontra-se em grande harmonia por estar desfrutando de hegemonia no elenco, e estudo contínuo por parte dos integrantes que se mostram a cada dia sempre mais ávidos pela arte. Como toda boa e polêmica companhia teatral o Gayatri hoje tem sua linguagem própria, resultado de quase nove anos de muita estrada e apresentações em diversos níveis. Tal sucesso muitas vezes acaba inspirando de forma positiva e negativa, trabalhos de outras trupes que ora são constituídas por jovens amantes da arte, e dissidentes que buscam seu lugar ao sol. Em recente conversa com os veículos de comunicação da região sudoeste, Leandro foi questionado sobre o mercado teatral e possíveis plágios que pode estar sofrendo em detrimento de seus textos e peças. Leandro responde com relação ao mercado que este tem crescido ano a ano e que se mostra cada vez mais lucrativo desde que estejamos sempre inovando. Salienta que para inovar na arte é preciso de muita leitura e constante dedicação com a escrita, o que move e desperta a criatividade. No tocante a criatividade foi questionado sobre o que pensa acerca de jovens autores que ainda não encontraram sua personalidade e que muitas vezes usam o recurso do plágio para conquistar fama. Leandro afirma que acha importante que a cada dia surjam trupes de teatro que queiram dar segmento no mercado. Há espaço para todos, apenas critica a maneira com que alguns diretores e atores têm usado para se apropriar indevidamente de linguagens e textos que visivelmente se mostram como “arremedos” mal aproveitados, que podem ter sido inspirados tanto em textos conhecidos da internet, como de suas próprias obras já escritas e apresentadas. Mas segue frisando que o importante é buscar seu caminho. Cada um a sua maneira, desde que para conquistar seu espaço, os jovens autores e diretores teatrais sejam críticos consigo mesmos, e principalmente honestos, isso porque segundo Leandro quem sai prejudicado com o mercado dos plágios e das cópias é o público consumidor da arte, e não os que se enganam diante de ideias que são subtraídas seja na integra, seja parcialmente de textos já publicados e conhecidos da grande maioria.

Segue o caminho da Companhia no maravilhoso mundo da arte, com muito estudo, esforço e dedicação. Vamos aguardar sempre mais novidades, e seguir o que há de mais inovador e diferente para curtir nas agendas culturais do Grupo Teatral Gayatri.         



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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sejam bem vindos novos artistas!

Neste último sábado dia 17/05/2014 nas dependências do Teatro Municipal Naura Rigon, estiveram prestando o teste seletivo para o elenco 2014 do Grupo Gayatri, jovens aspirantes da arte que deram tudo de si para fazer valer seu desejo de ingressar na maior Companhia de Teatro de Pato Branco. Do lado de fora, estavam os atores e atrizes do grande elenco que recepcionaram e deram as últimas dicas aos candidatos para afastar um pouco o nervosismo, natural de quem pretende pleitear uma vaga tão importante. No interior da sala de testes estavam Leandro Matzenbacher Dourado e o ilustre convidado e amigo Nick Farewell, autor de um grande Best Seller “GO”, na ocasião Nick foi de grande ajuda, já que sua experiência singular em avaliar atores e atrizes em todo Brasil, acabou deixando a competição bastante acirrada e repleta de expectativas. Os presentes que na sua grande maioria apresentaram pouca experiência com os palcos não deixaram a desejar em termos de iniciativa e lições com suas atuações, que embora simples, acabaram revelando talentos em potencial. Ao ser questionado sobre a seleção dos artistas o Diretor Leandro afirmou que na verdade o que estava procurando desta vez, é sangue novo, gente que esteja disposta a aprender e ser moldada corretamente, sem vícios e sem os melindres típicos da arte que as vezes podem comprometer um bom trabalho em palco, muito mais do que influenciar positivamente. Após uma oficina coletiva a qual Leandro fez questão de mesclar atores experientes com os novos aspirantes, ele foi capaz de perceber quem tinha disponibilidade para jogar cenicamente e interagir de maneira natural aos estímulos e respostas vindas da estrutura orgânica de uma atuação livre e verdadeira. Depois foram as análises individuais onde os candidatos puderam mostrar seus talentos em encenações nos gêneros do drama e da comédia, sem esquecer é claro da análise de fluência por meio de uma leitura branca que foi feita diretamente na fonte do livro Reversíveis do autor Nick Farewell. Agora vamos ao esperado, segue abaixo a lista dos selecionados no teste para novos artistas, elenco 2014 do Grupo Teatral Gayatri. De acordo com o Edital 003/2014.

Lista de Selecionados por ordem alfabética.
Aline Maria Vazzatta;
Alysson Lucas Pegoraro Welter;
Bruna Grazieli Proencio;
Flavia Leticia Maccari;
Julia Nunes;
Sergio Merlin Bau Junior;


Sejam todos bem vindos e acolhidos pelo elenco, esperamos a todos vocês para que se juntem a nos nesta maravilhosa e recompensadora caminhada pelos palcos de Pato Branco e região. Merda a todos!


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